Você está em - Movimentos

A Espiritualidade do Movimento Jesus Misericordioso nasceu daquele que com o coração Dilacerado no ato do calvário foi aberto pela lança.

O Santo Padre João Paulo II na sua encíclica sobre a Misericórdia Divina (Dives in Misericórdia ), em 30 de Novembro de 1980, acentua bem a necessidade de confiança à Misericórdia de Deus. Ele sabe que o mundo nos nossos tempos, mais do que nunca, se afastou de Deus e de seus preceitos, e precipita-se no abismo do desespero. Por isso recorda aos fiéis: Em nenhum momento e em nenhum período da história, especialmente numa época tão crítica como a nossa, pode a igreja esquecer a oração que é um grito de apelo a misericórdia de Deus …

… Obriga-se a proclamar a misericórdia, como amor misericórdia, como amor misericordioso de Deus, revelado também no mistério de Cristo. Ele me impele ainda a apelar para esta misericórdia e a implorá-la, nesta fase difícil da história, da igreja e do mundo ( Encíclica Dives in Misericórdia, n. 15 )
No seu significado original DEVOÇÃO quer dizer DEDICAÇÃO. No culto à Misericórdia a palavra assume preferencialmente este sentido.

Não é uma das tantas DEVOÇÕES : é antes de tudo aquela total dedicação que representa a síntese moral de todo o cristianismo. A tal dedicação, fomos CONSAGRADOS no dia do batismo. Uma devoção a Deus e ao próximo!

COMO SURGIU O MOVIMENTO JESUS MISERICÓRDIOSO ?

Naquele momento solene, Deus suscitou, no seio de um grupo de oração fraterna dos MISSIONÁRIOS DA MISERICÓRDIA RAINHA DA PAZ, em João Pessoa Pb, o desejo de mobilizar famílias para divulgarem a MISERICÓRDIA de acordo com o que nos fala a encíclica do Papa João Paulo II: Dives in Misericórdia . Para atingir este objetivo, foi seguida a orientação do Papa que estimula a evangelização com um novo ardor , novos métodos e novas expressões, saindo da Igreja para o encontro daqueles que ainda não vivem a palavra de DEUS, mergulhamos na devoção popular do terço da misericórdia, utilizando ícones pequenos para visitarem as famílias.

A idéia tomou forma, recebeu a aprovação e a bênção do NOSSO ARCEBISPO DOM MARCELO PINTO CARVALHEIRA, ganhou adeptos e parceiros em várias cidades da Paraíba e em outras cidades fora de nosso Estado pois através de nossa LIVRARIA MISSIONÁRIA levamos o projeto as cidades de Recife, Fortaleza, Curitiba e muitas outras. Ganhamos também adeptos também em outros movimentos da igreja e se transformou no MOVIMENTO DA DIVINA MISERICÓRDIA, incorporado a Missão Rainha da Paz.

O QUE É UM COOPERADOR ?

Um cooperador do MOVIMENTO JESUS MISERICÓRDIOSO é aquele que escolhe uma norma de vida que exige a visão de Deus em todo o ser humano. Se virmos Deus em cada um, a começar pelos que se acham mais perto de nós, ficamos preparados para nos repartimos com os solitários, os doentes, os despojados, os pobres, os desprezados e os não amados. Procuramos fazer parte de um vasto mundo que engloba todos aqueles que dão testemunho da presença de Deus em cada membro da família humana.
Seja você também um coordenador que irá leva a “MISERICÓRDIA DE DEUS” as famílias mais próximas de você.

O QUE O SANTO PADRE, O PAPA JOÃO PAULO II FALOU NO DIA 22 DE ABRIL SOBRE A MISERICÓRDIA DIVINA:

“Celebramos o segundo Domingo de Páscoa, que desde o ano passado, ano do Grande Jubileu, também é chamado Domingo da Divina Misericórdia. É para mim uma grande alegria poder unir-me a todos vós, queridos peregrinos e devotos provenientes de várias nações para comemorar, à distância de um ano, a canonização da Irmã Faustina Kowalska, testemunha e mensageira do amor misericordioso do Senhor.”
Domingo, 22 de abril de 2001

“Não temas! Eu sou o Primeiro e o Último. O que vive; conheci a morte, mas eis-Me aqui vivo pelos séculos dos séculos” (Ap 1, 17-18).

Ouvimos na segunda leitura, tirada do livro do Apocalipse, estas palavras confortadoras. Elas convidam-nos a dirigir o olhar para Cristo, para experimentar a sua presença tranquilizadora. A cada um, seja qual for a condição em que se encontre, até a mais complexa e dramática, o Ressuscitado responde: “Não temas!”; morri na cruz, mas agora “vivo pelos séculos dos séculos”; “Eu sou o Primeiro e o Último. O que vive”.

“O Primeiro”, isto é, a fonte de cada ser e a primícia da nova criação: “O Último”, o fim definitivo da história; “O que vive”, a fonte inexaurível da Vida que derrotou a morte para sempre. No Messias crucificado e
ressuscitado reconhecemos os traços do Anjo imolado no Gólgota, que implora o perdão para os seus algozes e abre para os pecadores penitentes as portas do céu; entrevemos o rosto do Rei imortal que já tem “as chaves da Morte e do Inferno” 
(Ap 1, 18).

2. “Louvai o Senhor porque Ele é bom, porque é eterno o Seu amor” (Sl 117, 1). Façamos nossa a exclamação do Salmista, que cantamos no Salmo responsorial: porque é eterno o amor do Senhor! Para compreendermos profundamente a verdade destas palavras, deixemo-nos conduzir pela liturgia ao centro do acontecimento da salvação, que une a morte e a ressurreição de Cristo à nossa existência e à história do mundo. Este prodígio de misericórdia mudou radicalmente o destino da humanidade. É um prodígio em que se abre em plenitude o amor do Pai que, pela nossa redenção, não se poupa nem sequer perante o sacrifício do seu Filho unigênito. Em Cristo humilhado e sofredor, crentes e não-crentes podem admirar uma solidariedade surpreendente, que o une à nossa condição humana para além de qualquer medida imaginável. Também depois da ressurreição do Filho de Deus, a Cruz “fala e não cessa de falar de Deus Pai, que é absolutamente fiel ao seu eterno amor para com o homem… Crer neste amor significa acreditar na misericórdia” (Dives in misericórdia, 7). Desejamos dar graças ao Senhor pelo seu amor, que é mais forte do que a morte e do que o pecado. Ele revela-se e torna-se atuante como misericórdia na nossa existência quotidiana e convida todos os homens a serem, por sua vez, “misericordiosos” como o Crucificado. Não é porventura amar a Deus e amar o próximo e até os “inimigos”, seguindo o exemplo de Jesus, o programa de vida de cada batizado e de toda a Igreja?

3. Com estes sentimentos, celebramos o segundo Domingo de Páscoa, que desde o ano passado, ano do Grande Jubileu, também é chamado “Domingo da Divina Misericórdia”. É para mim uma grande alegria poder unir-me a todos vós, queridos peregrinos e devotos provenientes de várias nações para comemorar, à distância de um ano, a canonização da Irmã Faustina Kowalska, testemunha e mensageira do amor misericordioso do Senhor. A elevação às honras dos altares desta humilde Religiosa, filha da minha Terra, não significa um dom só para a Polônia, mas para a humanidade inteira. De fato, a mensagem da qual ela foi portadora constitui a resposta adequada e incisiva que Deus quis oferecer às interrogações e às expectativas dos homens deste nosso tempo, marcado por grandes tragédias. Jesus, um dia disse à Irmã Faustina: “A humanidade não encontrará paz, enquanto não tiver confiança na misericórdia divina” (Diário, pág. 132). A Misericórdia divina! Eis o dom pascal que a Igreja recebe de Cristo ressuscitado e oferece à humanidade no alvorecer do terceiro milênio.

4. O Evangelho, que há pouco foi proclamado, ajuda-nos a compreender plenamente o sentido e o valor deste dom. O evangelista João faz-nos partilhar a emoção sentida pelos Apóstolos no encontro com Cristo depois da sua ressurreição. A nossa atenção detém-se no gesto do Mestre, que transmite aos discípulos receosos e admirados a missão de serem ministros da Misericórdia divina. Ele mostra as mãos e o lado com os sinais da paixão e comunica-lhes: “Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós” (Jo 20, 21). Imediatamente a seguir, “soprou sobre eles e disse-lhes: recebei o Espírito Santo; àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados, àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (Jo 20, 22-23). Jesus confia-lhes o dom de “perdoar os pecados”, dom que brota das feridas das suas mãos, dos seus pés e sobretudo do seu lado trespassado. Dali sai uma vaga de misericórdia para toda a humanidade. Revivemos este momento com grande intensidade espiritual. Também hoje o Senhor nos mostra as suas chagas gloriosas e o seu coração, fonte ininterrupta de luz e de verdade, de amor e de perdão.

5. O Coração de Cristo! O seu “Sagrado Coração” deu tudo aos homens: a redenção, a salvação, a santificação. Deste Coração superabundante de ternura Santa Faustina Kowalska viu sair dois raios de luz que iluminavam o mundo. “Os dois raios segundo quanto o próprio Jesus lhe disse representam o sangue e a água” (Diário, pág. 132). O sangue recorda o sacrifício do Gólgota e o mistério da Eucaristia; a água, segundo o rico simbolismo do evangelista João, faz pensar no batismo e no dom do Espírito Santo (cf. Jo 3, 5; 4, 14). Através do mistério deste coração ferido, não cessa de se difundir também sobre os homens e as mulheres da nossa época o fluxo reparador do amor misericordioso de Deus. Quem aspira à felicidade autêntica e duradoura, unicamente nele pode encontrar o seu segredo.

6. “Jesus, confio em Ti”. Esta oração, querida a tantos devotos, exprime muito bem a atitude com que também nós desejamos abandonar-nos confiantes nas tuas mãos, ó Senhor, nosso único Salvador.
Arde em Ti o desejo de seres amado, e quem se sintoniza com os sentimentos do teu coração aprende a ser construtor da nova civilização do amor. Um simples ato de abandono é o que basta para superar as barreiras da escuridão e da tristeza, da dúvida e do desespero. Os raios da tua divina misericórdia dão nova esperança, de maneira especial, a quem se sente esmagado pelo peso do pecado. Maria, Mãe da Misericórdia, faz com que conservemos sempre viva esta confiança no teu Filho, nosso Redentor. Ajuda-nos também tu, Santa Faustina, que hoje recordamos com particular afeto. Juntamente contigo queremos repetir, fixando o nosso olhar frágil no rosto do divino Salvador: “Jesus, confio em Ti”. Hoje e sempre. Amém !!

QUEM ERA IRMÃ FAUSTINA ?

A irmã Faustina Kowalska nasceu na Polônia, em uma vila chamada de Glogowiec, perto Lodz, sendo a terceira de uma família de dez filhos. Aos vinte anos foi acolhida entre as irmãs da Congregação de Nossa Senhora da Misericórdia, cujas irmãs se dedicavam à assistência de moças decaídas, ou em perigo de seguir o mau caminho. Teve uma grande progressão no caminho da perfeição, teve revelações místicas, particularmente em relação à Misericórdia Divina de Jesus, teve a missão de proclamar ao mundo a mensagem da Misericórdia, unida a novas formas de culto, quais sejam: Uma imagem, uma festa comemorativa e outras: essas, por outro lado, se referem à Doutrina do Evangelho e, particularmente, a conceitos e símbolos derivados do apostolo João. Veio a falecer em 05 de Outubro de 1938, com 33 anos, vítima de uma tuberculose múltipla, a qual a transformou numa vítima da Misericórdia Divina, fazendo com que, a mesma, se derramasse sobre a Igreja e que a humanidade contemplasse com maior fé a própria redenção.

COMO SURGIU A IMAGEM COM A INSCRIÇÃO:
“ JESUS EU CONFIO EM VÓS” ?

A missão da irmã Faustina iniciou-se em 22 de fevereiro de 1931, quando o misericordioso salvador lhe apareceu em característica visão. Ela viu Jesus vestido de uma túnica branca, tinha a mão direita levantada a fim de abençoar, enquanto a esquerda pousava no peito, onde a túnica levemente aberta, deixava sair dois grandes raios, um vermelho e outro pálido. A irmã fixou, em silêncio, o olhar surpreso no Senhor : Sua alma, de início espantada, sentia progressivamente vibrante felicidade. Disse-lhe Jesus:

“Pinta uma imagem de acordo com o modelo que estás vendo, com a inscrição: Jesus  Eu Confio em vós . Desejo que esta imagem seja venerada, primeiramente, na vossa capela e depois, no mundo inteiro. Prometo que a alma que venerar esta imagem, não perecerá. Prometo também, já aqui na terra, a vitória sobre todos os inimigos e, especialmente, na hora da morte. Eu mesmo a defenderei como Minha própria glória”.
(Diário nº 47 e 48)

Depois Jesus completa suas próprias explicações. Digna de atenção é esta:

“Ofereço aos homens um vaso, com o qual devem ir buscar graças na fonte da Misericórdia. O vaso é a imagem com a inscrição: Jesus, eu confio em vós”.
(Diário nº 327)

A pedido do seu diretor espiritual, irmã Faustina perguntou ao Senhor qual era o significado dos raios que tanto se destacavam na imagem, Jesus respondeu:
“Os dois raios representavam o Sangue e a água, o raio pálido significa a água que justifica as almas, o raio vermelho significa o Sangue que é a vida das almas. Ambos os raios jorraram das entranhas da Minha Misericórdia, quando na cruz, o meu coração foi aberto pela lança”. (Diário nº 742)

EM QUE CONSISTE A VISITA DE JESUS MISERICORDIOSO ?
A imagem de Jesus Misericordioso deve desempenhar na Devoção um duplo papel:

1º  Não é a imagem que dá as graças, ela é, para Nosso Senhor, o instrumento pelo qual se distribui as graças. O gesto da visita do Ícone da Misericórdia, consiste em colocar a imagem (ÍCONE) em um lugar de honra da casa, para recordar sua presença permanente naquele lugar;

2º A imagem é, por expressa vontade de Jesus, o sinal que deve lembrar a exigência de Cristo de praticar a Misericórdia, visto que, esse papel da imagem infelizmente é esquecido, e a simples veneração da imagem sem atos de Misericórdia não é a devoção que Cristo desejava.

Decorre uma conclusão prática, evidente e muito importante, Jesus espera e exige que a oração confiante à Misericórdia Divina diante dessa imagem esteja ligada com um exame de consciência sobre como cumprimos as exigências de Cristo de realizar um ato de Misericórdia por dia.

O QUE É O TERÇO DA MISERICÓRDIA DIVINA ?

Em 13 de setembro de 1935, irmã Faustina escreveu: “… vi o anjo executor da ira de Deus… quando vi esse sinal da ira de Deus, que deveria atingir a terra… comecei a pedir ao anjo que se detivesse, por alguns momentos, pois o mundo faria penitência”. As sua orações se revelaram de início impotentes. Então a serva de Deus, diante da imprevista manifestação da Santíssima Trindade, começou a implorar com profundo recolhimento a Deus em favor do mundo. A oração correspondia às palavras que vinham sugeridas interiormente:

Eterno Pai, eu vos ofereço o Corpo e o Sangue, Alma e Divindade de Vosso Diletíssimo Filho,  Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e dos pecados do mundo inteiro; pela Sua dolorosa paixão tende Misericórdia de nós” (Diário nº 475)

Enquanto a irmão seguia repetindo a oração que foi misteriosamente inspirada, O anjo se revelava impotente para executar o castigo para o qual fora designado.

No dia seguinte, ao entrar na capela, a irmã Faustina recebeu instruções de uma voz interior que lhe pedia para repetir a oração que ouvira no dia anterior, cada vez que se dirigisse ao Santíssimo Sacramento. Isso explica o conteúdo tão relevantemente Eucarístico daquela invocação.

O TERÇO DA DIVINA MISERICÓRDIA

Finalmente, irmã Faustina teve uma nova inspiração referente à oração acima. Foi-lhe dito para rezar as mesmas palavras em forma de terço, as quais vão repetidas nas contas do nosso terço.

A grandeza das promessas nos surpreende. Este terço possui um estilo extremamente simples e original; refere-se unicamente à pessoa do salvador e à sua paixão. A sua eficácia está evidentemente no fato de que  nos dirijamos a Deus em nome da nossa redenção. Escreve São Paulo: “Quem não poupou o seu próprio filho, e o entregou por todos  nós, como não nos haverá de agraciar em tudo junto com ele?”(Romanos 8,32).

CRUZ –
PAI NOSSO
Pai Nosso que estais no céu, Santificado seja o Vosso nome, venha a nós o Vosso reino, seja  feita a Vossa vontade, assim na terra como no céu, o pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas, Livrai-nos do mal, amém !

1ª CONTA MAIOR-

AVE MARIA
Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois Vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do Vosso ventre Jesus, santa Maria mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte, amém !

NAS PRIMEIRAS CONTAS MENORES REZA-SE 01 CREDO –
CREDO
Creio em Deus Pai todo poderoso, Criador do céu e da terra; Creio em Jesus Cristo Nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; Nasceu da virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; Desceu a mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu ao céu, e está sentado a direita de Deus-Pai todo poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos; Creio no Espírito Santo, na santa igreja católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna, amém !

CONTAS MAIORES –
Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, do Vosso diletíssimo filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e dos pecados do mundo inteiro …

CONTAS MENORES –
Pela sua dolorosa paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro…

NO FINAL DE CADA DEZENA –
Oh sangue e água, que jorraste do coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em vós!

NO FINAL DO TERÇO REZA-SE 3 VEZES –
Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende Misericórdia de nós e do mundo inteiro !

+ Movimentos

Ver mais