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2º Domingo Comum: Jo 1, 35-42

Chamá-lo de Cordeiro, faz referência aos cordeiros que os sacerdotes sacrificavam no grandioso Templo de Jerusalém, em expiação pelos pecados próprios e do povo. No momento em que o evangelista escreve seu evangelho, não há mais Templo nem sacerdócio, Tudo havia sido destruído.

Assim, Jesus é identificado, por sua paixão-morte-ressurreição, com o Cordeiro definitivo, oferecido pelo pecado do mundo e em quem, efetivamente, o perdão do pecado acontece. No momento em que o pecado é perdoado, significa que a morte, fruto do pecado, também é perdoada simultaneamente. A ressurreição de Jesus é a prova definitiva do perdão do pecado e, por Ele, também nossa morte é perdoada.

Imediatamente o evangelista situa os dois primeiros discípulos, seguidores de Jesus, vindos do grupo do Batista: André, irmão de Pedro, e outro, inominado. André convidará a seu irmão por haver encontrado o Cristo e Jesus confirma a fé de Pedro dizendo: “Tu és Simão, filho de João; tu serás chamado Cefas (que quer dizer pedra)”.

Da pregação do Batista vem os primeiros seguidores do Senhor. André anuncia o Cristo a seu irmão, Simão, a quem Jesus dá o nome de Pedro.

Esta é a maneira primeira de fazer discípulos: o convite fraterno.

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